Observatório de violência contra a mulher

O Grupo de Pesquisa Gênero, Família e Geração nas Políticas Públicas Sociais da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e o Conselho Cearense dos Direitos da Mulher lançaram, em 23 de junho último, o primeiro Observatório de Violência Contra a Mulher (Observem), que tem o IEPRO como gestor administrativo e financeiro.

O evento de lançamento aconteceu no Auditório Paulo Petrola, no Campus do Itaperi, sendo presidido pelo reitor da UECE, professor Assis Araripe.O Observem é um espaço de monitoramento das condições de vida da mulher cearense e da violência que se abate sobre elas. Trata-se de uma experiência de acompanhamento das políticas públicas e sociais, desenvolvidas local e nacional-mente, principalmente no tocante à efetivação da Lei Maria da Penha e de todas as formas de discriminação contra as mulheres.

Em geral, busca reforçar as redes de intervenientes na área da violência contra as mulheres; analisar criticamente os avanços e recuos das políticas locais, regionais, nacionais; e promover campanhas que defendam tolerância zero face à violência contra as mulheres.Voltados para debates críticos sobre a violência contra a mulher, subsidiando os movimentos de mulheres e os agentes públicos no seu enfrentamento, participam do Observatório professores, estudantes, técnicos da UECE e de outras instituições.

O Observem dispõe de textos, pesquisas, notícias, artigos, livros, monografias e dissertações sobre violência contra a Mulher no Ceará e nos demais estados do Brasil. Dispõe, também, de uma página na Internet com um banco de dados que irá fornecer online, o quadro geral da violência no Ceará.

(www.observem.com)


Oficina de capacitação em Economia Solidária

Aconteceu em 21 de agosto último, no Centro de Referência do Professor, em Fortaleza, o encerramento da Oficina de Capacitação em Economia Solidária, promovida pela Prefeitura de Fortaleza em parceria com o IEPRO. Ao longo da semana, mais de 300 integrantes dos 17 grupos que atuam na Rede Cearense de Economia Solidária, assistiram a palestras sobre socioeconomia solidária, finanças solidárias, comércio justo e solidário e redes de colaboração e comercialização.

A economia solidária é uma alternativa à economia tradicional e é fonte de trabalho e renda para pessoas que se encontram fora do mercado de trabalho convencional. Conforme explica Sílvio Roberto Dias da Silva, um dos coordenadores do projeto, a atuação produtiva desse programa envolve, basicamente, três áreas: confecções, artesanato e alimentação. “O projeto, nesta fase, prevê a capacitação massiva de 300 pessoas, que pertencem a 30 grupos produtivos, dos quais 150 produtores (15 grupos) passarão para uma próxima etapa que é a de incubação, onde terão acompanhamento técnico nas áreas de produção, organização e gestão”, explica.

Além disto, segundo o coordenador, o projeto revitaliza um banco comunitário que é o Banco Rio Sol, responsável por atividades vinculadas às finanças solidárias, localizado no bairro Granja Portugal, em Fortaleza. Também cria uma loja de comercialização de produtos da economia solidária, que ficará localizada no Centro de Referência do Professor, cuja inauguração está prevista para o mês de outubro.


PROTEJO – Ação humanizada na formação de jovens

Em busca de oferecer um processo de formação cidadã, práticas esportivas e culturais, vivências de serviço de segurança e de qualidade à população, a Prefeitura Municipal de Fortaleza assinou convênio com o Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos da Universidade Estadual do Ceará – IEPRO. O intuito é capacitar 210 adolescentes e jovens adultos em situação de risco e de alta vulnerabilidade social e violência, residentes nos bairros e comunidades do Grande Bom Jardim (Canidezinho, Bom Jardim, Granja Lisboa, Granja Portugal e Siqueira) contribuindo, assim, para sua formação social, cidadã e política.

O projeto visa proporcionar a esses jovens uma compreensão de identidade e de cidadania voltada à percepção de si e dos outros; confiança básica; iniciativa; produtividade e busca da realização pessoal e coletiva. “O Protejo vem demonstrar que os jovens da periferia, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e envolvidos numa prática de violência, na verdade, podem ser vistos de outra forma”, ressalta o professor Horácio Frota, um dos coordenadores do programa.

Em setembro, acontecerá a finalização das atividades, quando será lançado um documentário mostrando todas as experiências vividas no decorrer de um ano. Uma das atividades foi realizada em 24 de julho último, na cidade de Pacoti, ocasião em que os jovens assistidos, puderam expor seus trabalhos. “Esse evento contou com a presença de jovens cheios de entusiasmo e satisfação. Fiquei surpresa pela dinâmica e criatividade nas apresentações artísticas, que abordaram temas como a violência e as drogas”, ressaltou a professora Flávia Lopes, também coordenadora do Protejo.


IEPRO incentiva debates culturais

Com o objetivo de proporcionar um confronto de idéias entre os agentes representativos do campo cultural e pesquisadores acadêmicos da área das ciências humanas, o Instituto de Arte e Cultura do Ceará, o Museu de Arte Contemporânea, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura abriu, nesta quarta-feira, dia 24, o Seminário Interfaces: arte, cidade e subjetividades contemporâneas.

O evento prossegue até o dia 27 de agosto, reunindo artistas, curadores e pesquisadores nacionais e internacionais.

 Na abertura do seminário, a coordenadora do projeto interfaces, Kadma Marques, salientou a importância do seminário que visa, entre outras ações, facilitar a inserção da produção artística aos espaços da cidade.  Segundo ela, o seminário terá continuidade em 2011, quando será iniciada a formação de compositores, além de permitir experiências de intercâmbio do trabalho de curador.

O seminário conta com o apoio do IEPRO e da Universidade Estadual do Ceará.


IEPRO faz doações de livros e instrumentos musicais

Dentro da proposta de responsabilidade social da nova gestão do IEPRO, que tem à frente o doutor em Administração, Roberto Pinto, como diretor presidente, a entidade vem realizando doações de instrumentos musicais e de livros para melhoria dos acervos da Universidade Estadual do Ceará e de bibliotecas públicas.

Mais de 100 livros, após a catalogação, foram doados à Biblioteca Pública Dolor Barreira, Biblioteca Central da UECE e ao Núcleo de Inovação Tecnológica da UECE (NIT).

Já para o Departamento de Música da Universidade, o IEPRO doou trompetes, instrumentos musicais para utilização dos alunos do Curso, que fazem parte do Grupo de Sopros e da Orquestra Contemporânea.

Segundo a Coordenadora do Curso de Música da UECE, Maggy Mendes Monteiro, esses instrumentos vão facilitar o aprendizado dos alunos, além de contribuir com a aparelhagem instrumental da instituição.